Como pagar o ensino em tempo integral?


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Apenas 6,4% dos alunos de ensino médio no Brasil estudam em período integral, segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação. Esse número deve aumentar consideravelmente nos próximos anos, se a reforma do ensino médio for aprovada e colocada em prática.

A revista Exame, da Editora Abril, publicou em dezembro a reportagem “Para não ficar mais em recuperação”, na qual destacou que ampliar a carga horária para sete horas de estudo deve ser uma das primeiras ações pós-reforma. A reportagem também discute outras tendências que devem ser aceleradas, como a retomada do aspecto vocacional do ensino, o ensino por meio de projetos interdisciplinares e a maior eficiência nos gastos públicos.

Mas aluno na escola em tempo integral também custa mais caro. Quem pagaria por essa mudança? A reportagem da Exame apresentou um estudo feito pelo Instituto Aquila que ajuda a explicar o investimento necessário para tornar o ensino integral uma realidade.

Com base nas escolas que adotam o modelo em São Paulo, o Aquila calculou que o custo médio por aluno no primeiro ano do novo modelo seria de R$ 4.801,21. Considerado o dinheiro que o governo federal destinaria para esse projeto, o estudo avaliou que os estados teriam de arcar com 58% dos custos nesse período. Em uma a análise estendida para o horizonte de quatro anos, a contrapartida total dos estados seria de 37% no período.

A revista Exame destacou as tendências educacionais que devem ser aceleradas.

A revista Exame destacou as tendências educacionais que devem ser aceleradas.

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